Definitivamente, esse foi um fim de semana marcante na minha vida. E digo isso não da boca pra fora, mas porque fiquei, de fato, tocado com o que senti. Tanto, que decidi transcrever um pouco do momento e pedir a você que está lendo esse texto um pequeno/grande favor: fale o que sente!Vírus do bem...
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Definitivamente, esse foi um fim de semana marcante na minha vida. E digo isso não da boca pra fora, mas porque fiquei, de fato, tocado com o que senti. Tanto, que decidi transcrever um pouco do momento e pedir a você que está lendo esse texto um pequeno/grande favor: fale o que sente!Um aborto cultural...
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
'Zappiando' os canais enquanto assistia tv ontem, me deparei com um debate sobre a legalização do aborto no Brasil. Presentes no debate estavam deputados, estudiosos sociais e representantes de entidades ligadas à questão. A discussão foi bem interessante. Todas as versões foram ouvidas e a temática tomou um rumo aprofundado que me remeteu a um pensamento também aprofundado.Escrita em preto
Faça o que eu digo...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Hoje, acompanhando o pronunciamento de um deputado na sessão da Assembléia Legislativa, ouvi do parlamentar a seguinte frase: "essas críticas à gestão da prefeita Luizianne Lins precisam diminuir, pois não levam a lugar nenhum". Parando um pouco, resolvi analisar a fala e cheguei à conclusão que é bem por aí mesmo, sabe!?Os fones da individualização
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
À primeira vista, esse pode ser um fato simples. Porém, me preocupa encarar uma perspectiva como essa. E me preocupa porque, cada vez mais, as pessoas se fecham no seu universo e deixam de lado o contato com o resto do mundo.
Nos últimos anos, já inventaram de tudo: os carros ficaram modernos, uma tal de internet foi criada e disponibilizada pra gente, os aparelhos eletroeletrônicos diminuíram de tamanho etc etc etc. E com essas transformações, mudou também o modo de vida da população. O povo de hoje tem receio de tocar o outro. As pessoas se voltaram para suas individualizações. E o que os fones de ouvido têm com isso!? Vamos pensar na causa-efeito: se você andas com seus fones de ouvido, você consegue reparar no que acontece à sua volta? Provavelmente a resposta é negativa. E é assim não porque você não se interessa, mas sim porque você volta sua atenção para outras formas de comunicação. Nesse caso, a música.
Até a maneira de se relacionar das pessoas mudou. Hoje, nem pra se ter filhos é necessário o contato físico. Quem quiser saber os segredos da maternidade/paternidade basta ter dinheiro suficiente pra pagar uma inseminação artificial. Conclusão: larguemos os fones de ouvido. E quanto às formas de reprodução, eu prefiro o modo tradicional. Ou melhor: eu prefiro todas as formas tradicionais.
BdeCastro.
A moda do 'arrasta'
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Pronto..., virou moda! Agora, quase td semana a gente dá conta de alguém que, depois de ser assaltado ou sequestrado, é arrastado por metros e metros. Gente, só de ler esse tipo de notícia, já me dá arrepio.O frenesi do consumismo
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Pernas, pés, braços e mãos alucinadas. A loucura para comprar as tentações dos shoppings me era visivelmente notada numa certa tarde de sábado, em Fortaleza. Pessoas entrando e saindo, crianças chorando e pedindo. Tudo conspirava para mais um final feliz do comércio. Os preços, apesar de não emitirem nenhum som, nenhum ruído, faziam com que o alarde fosse maior, quase ensurdecedor. Mas os sujeitos ativos da situação sequer reparavam no entra e sai. Deliravam demais para se ocuparem com outras pessoas que também estavam ocupadas demais com os mesmos desafios de aquisição ao máximo em condições inacreditáveis de pagamento.Trocado abençoado
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Ontem, o desfecho de uma cena me chamou atenção!Não sou muito adepto a essa moda, mas decidi ver até onde a história ia. Bem...o tal garoto fez o serviço, veio em minha direção e logo pediu um trocado. Eu também deicidi ver até onde isso ia, e, pra minha surpresa, o gesto que o garoto fez me deixou a certeza de que tinha feito a coisa certa em dar aquele dinheiro.
Assim que colocou as moedas no bolso, o menino ergueu as mãos e fez o sinal da cruz em agradecimento pelo trocado recebido. O trocado que, pra mim, não tinha tanta importância, mas que pra ele era essencial.
Daí, eu fico pensando em tanta gente que tem tudo e só vive de reclamar. Reclama porque não comprou o cd do momento, reclama porque ainda não tem aquela calça que todos os colegas têm, reclama porque passou o fim de semana viajando, mas queria mesmo era estar em fazendo compras...Enfim, reclama de tudo simplesmente pelo prazer de reclamar.
Acho que o remédio pra essas pessoas seria um dia de trabalho duro no sinal com o rodinho na mão esperando o sinal abrir pra limpar o vidro dos carros alheios. Talvez dessa forma elas abrissem os olhos pra coisas mais importantes na vida - coisas que muitas vezes a gente não percebe, como a força que simples moedas têm na vida de outra pessoa.
Ainda bem que decidi dar os tais trocados. Ajudei alguém e vi que consegui mudar o destino do garoto. O problema é quando isso se torna um vício..., mas aí já é outra história.
BdeCastro.


